Quando a corda arrebenta…

UM-ADEUS-SEMPRE-DOI

Acho que todo mundo já passou por uma relação assim, que acaba enquanto começa! Todo mundo já se relacionou com alguém e tinha quase 100% de certeza que não ia dar certo. A dinâmica é essa: você conhece alguém e se encanta ou a pessoa se encanta por você e decide que vai te conquistar, você se deixa levar, mas aos poucos vai percebendo um abismo de diferenças e esse é o início do fim. Não falo das diferenças que fazem de cada ser humano único e que tornam o relacionamento real, falo das diferenças gritantes (tipo a pessoa gostar do Bolsonaro,rs), que você insiste em ignorar, insiste em acreditar que são apenas detalhes, que no todo, no conjunto vale a pena. Só que nessa insistência você começa a sentir a corda sendo puxada e cada dia a mais, juntos, vira um dia a menos. Então você percebe que um pouquinho de você está indo embora junto às coisas que você aceita, que você engole goela abaixo. Nesse momento você se questiona, se pergunta, se desgasta e se entristece. Mas como bom masoquista que é, você continua tentando, mesmo sabendo que no fundo não há nada que possa ser feito para salvar algo que está fadado ao fim. Você começa a se programar para aceitar e justificar os erros que vão se tornando corriqueiros e vão ficando cada vez mais graves. Uma pequena atitude correta se transforma num ato de amor!

Confunde-se amor com costume, com carência, com o desejo genuíno de ter um ombro amigo, um acalento para dias difíceis e, principalmente, uma companhia para dias felizes. Mas, quanto vale esse tipo de amor? Será que vale a pena esperar, depositar as fichas numa relação em que a via é de mão única? Será que o que você recebe é o suficiente?

Amor é um ato de coragem que poucos têm. Ama-se sozinho, mas ama-se pela metade, ama-se com ressalvas, amor só de palavras não se sustenta. Não se ama porque diz que ama, ama-se pelas atitudes, ama-se pelos detalhes. Numa mensagem de bom dia, na consideração, no respeito, no “eu amei te ver”, no desejo de fazer o outro feliz porque aí estaremos felizes também. Não se deixe enganar, amor só é amor se for sentido.

Amor é  r e c i p r o c i d a d e!

Feliz nosso dia!

Ontem. Hoje. Amanhã. Sempre. Todo dia. Toda hora. Todos os momentos. O tempo que for.

De roupa. Sem roupa. De casaco. De calça. De sainha. De vestido. De shortinho. De burca. De biquíni. Do jeito que quiser.

Em casa. Na rua. No shopping. Na obra. Na praia. No lugar que estiver.

No estádio. Na passarela. Na televisão. Na obra. Na faculdade. No escritório. Na profissão que escolher.

No respeito. No cuidado. No carinho. No afago. No amor. O melhor que merecem ter.

Feliz todo dia. Feliz toda vida. Feliz mulher!

dia-internacional-da-mulher

Sobre “milagres” diários

Olá queridos,

Depois de trilhões de anos, cá estamos novamente, rsrsrs! E pra voltar em grande estilo, vou dar uma dica que talvez todo mundo já conheça, mas eu descobri e super ameeeei, hahahaha.

Descobri que o shampoo da Johnson para bebês tem outras funções além de lavar as cabecinhas daquelas coisinhas gostosas…Ele é capaz de tirar maquiagem perfeitamente, ainda deixa o rosto com um aspecto macio, com cara de limpeza mesmo e o que mais gostei foi o fato de não deixar a pele oleosa como a maioria dos demaquilantes por aí.

Estou seriamente apaixonada, não quero outra vida. Além disso, essa maravilha que custa entre R$ 8,00 e R$ 12,00 (muitoooo mais barato que os demaquilantes da vida) serve também para limpar os pincéis. Eu coloco um copo com água e coloco um pouco de shampoo, não tenho uma medida certa, coloco no olhômetro mesmo e deixo os pinceis de molho durante um tempo…Gente, isso realmente é milagroso, sai toda maquiagem, fica limpinho e cheirosinho.

Coloquei uma foto do rosto antes, com maquiagem e uma depois de lavado com o shampoo. (Embora a cara esteja zoada, garanto que ela foi lavada apenas com o shampoo e sim, saiu toda a maquiagem, pasmem… saiu TODAAA! =))

Bom, espero que tenham gostado da dica, como eu disse, provavelmente muita gente já conhece, mas como aprendi tardiamente, talvez sirva para outras pessoas por aí..Dicas sempre são úteis a alguém. Eu curti muito pq é algo fácil de encontrar e o melhor de tudo… É BARATO! E eu amooooo coisas baratas, sou uma mão de vaca assumida, minhas amigas que o diga! HAHAHA!

Beijoooos e até a próxima! =)

 

Sim, façamos um escândalo!!!!

Oi gente, tudo bem???

Bom, no meu último post eu disse que faria uma resenha (e farei) sobre o livro Cartas de Amor aos Mortos que sim, continuo apaixonada, rsrs…Mas diante da repercussão sobre o tema da redação do ENEM e o caso da Valentina (Masterchef), resolvi priorizar o assunto!

Embora eu saiba como o mundo funciona para nós mulheres, confesso que custei a acreditar nas coisas que li relacionadas à Valentina, como podem falar coisas desse tipo para uma criança? Sei que a pedofilia existe e em números alarmantes, mas cada vez que presencio um crime desses, meu estomago revira e sinto vontade de socar a cara de alguém. Meu Deus, é uma criança com cara de criança e mesmo que não fosse, mesmo que estivéssemos falando de uma adulta, alguém teria o direito de estuprá-la por isso? NÃO, seus pedófilos de merda!!!

Após os últimos acontecimentos, tenho lido muita coisa na internet sobre mulheres, e é impressionante como tem muita gente falando merda, cagando pela boca. Li, por exemplo, um texto em que um filho de chocadeira (sim, porque só chamando assim, hahaha), disse que o mundo não precisa de mulheres, que os homens são seres superiores e que nós não prestamos para nada (ainda estou tentando entender como essa ameba foi gerada, porque né?!). Li também um texto de um sem noção falando que a sociedade se incomoda tanto sobre direitos das mulheres mas ninguém se importa de morrerem muito mais homens, mas isso é totalmente justificável, por motivos óbvios:

Homens 1

Homens 2

Maaaas, como nem tudo são espinhos, tenho visto também muita coisa bacana, uma comoção muito linda e que é extremamente importante, pois, este é um tema sério e deve ser debatido sempre, não podemos achar que é normal a maneira como somos tratadas. Não pode ser normal sairmos de casa com medo de sermos assediadas nos transportes públicos, não podemos andar nas ruas com a irritação, o incomodo de nos sentirmos como pedaços de carne, não devemos nos policiar de maneira quase doentia sobre a roupa que vestimos, uma roupa não pode ser um sinal verde para nenhum tipo de assédio, me dá ódio quando ouço algum babaca proferir a asneira: “Com essa roupa ela está pedindo..”, “”tá querendo…”. Pera, não é assim, se eu quiser saio nua e foda-se. Meu corpo, minhas regras!!!!!!

Outra coisa que me chamou muita atenção foi o movimento #primeiroassedio, onde muitas mulheres relatam assédios sofridos ao longo da vida. Embora não seja feliz o que está sendo compartilhado, é lindo ver que tantas mulheres estão tendo coragem de dividir algo tão doloroso, estão gritando, se mostrando ao mundo, se unindo contra um mal que nos assola desde sempre! Somos tão acostumadas a nos calar e a ter que engolir certas coisas, que fico chocada quando me deparo com relatos de pessoas próximas a mim que eu nunca fiquei sabendo que tinham sofrido assédio antes, nesses momentos penso o quanto tudo isso ainda é tabu, em pleno século XXI.

Assim como todas essas mulheres corajosas, deixo aqui o relato do meu #primeiroassedio: Aconteceu há pouco mais de um ano, em uma manhã de domingo. Embora essa porra não seja justificativa para nenhum tipo de assédio, posso dizer que não estava com roupas curtas e nem andando sozinha em algum lugar perigoso, tarde da noite, como uns e outros dizem por aí: “procurando…” Caminhava junto a minha mãe em uma passarela no bairro de São Cristovão quando um filho da puta veio na direção contrária a mim, passou do meu lado e conseguiu mesmo através da sacola que eu carregava passar a mão no meio das minhas pernas. Minha reação foi a mais revoltada possível, comecei a berrar, a xingar, a querer ir atrás dele para bater, chamar a polícia, sei lá, só sei que enlouqueci, foi uma mistura de sentimentos, um ódio tão grande…Minha mãe não permitiu que eu fizesse nada, pois estávamos sozinhas e ela temia pela nossa segurança. O pior de tudo foi ver que o desgraçado descia o restante da passarela com a cara mais cínica do mundo, como se não tivesse feito nada. Enquanto eu seguia meu caminho chorando, me sentindo suja, me sentindo revoltada, ele seguia o trajeto dele fazendo sabe se lá o que com outras meninas que encontrou pelo caminho.

Fiquei pensando após esse episódio e penso sempre sobre todas as mulheres que sofrem estupros, que sofrem violência dentro de casa, que não tem voz, que vivem a margem da sociedade e isso me entristece, isso me revolta. O meu desejo é que todo esse engajamento seja permanente, que possamos nos unir, que tenhamos voz, que façamos com que nos ouçam, que finalmente sejamos livres para fazermos nossas escolhas.

E pra você que considera as mulheres mero objetos, sem nenhum valor, o meu mais sincero VAI TOMAR NO CÚ.

Seja a pessoa que você deseja ser!

Seja quem você quer por perto

Hoje, após finalizar a leitura do livro Cartas de amor aos mortos ( resenha em breve), me peguei refletindo sobre uma pergunta que me ronda há tempos… Somos quem queremos ser? Somos quem estamos destinados a ser? Entristeço-me quando penso saber a resposta! Não, não somos…

Vivemos em uma sociedade baseada na aparência, vivemos de máscaras e só deixamos que saibam o que queremos que as pessoas saibam. Esquecemos que somos humanos, portanto, falhos. Tentamos ser perfeitos, mas não pra nós mesmos, pois cada um sabe do que é capaz, cada um de nós conhece o demônio que nos habita. Somos obrigados a fazer escolhas, muitas vezes pensamos estar no controle, mas analisando mais profundamente, constatamos que podemos fazer escolhas limitadas, que escolhemos dentre possibilidades mínimas e isso vêm desde a infância, já crescemos sabendo o caminho que “devemos” trilhar. Somos treinados a sermos bem sucedidos em todas as áreas da vida e caso alguém se desvie desse caminho logo é crucificado.

Mas quanto vale viver o sonho do outro? As expectativas, frustrações do outro? Será que não é melhor irmos em busca do caminho que nos traga felicidade? Será que é tão difícil fazer escolhas ou temos medo de deixar que todos os demônios saiam e o mundo nos veja como somos?

Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos.

Segundo a lógica da nossa sociedade, as meninas nasceram para serem donas de casa, para se casarem, terem filhos e cuidarem do lar. Mas e se eu não quiser isso para minha vida? E se eu não quiser ouvir minha família a cada almoço de domingo me perguntar quando vou namorar, casar, ter filhos? As expectativas muitas vezes são dos outros, não nossas. Quero poder viver minhas escolhas, sejam elas quais forem. Quero rodar o mundo, quero encontrar amores, quero viver todas as experiências que a vida me proporcionar.. E se no começo, no meio ou no fim dessa estrada eu encontrar alguém pra caminhar comigo, que seja! O que importa é que estarei certa que trilhei meu caminho, que segui os passos que eu mesma criei. A vida é curta e por mais que saibamos isso, só percebemos o quanto ela passa rápido quando alguém se vai, quando fica um vazio e um medinho lá no fundo de não conseguir realizar tudo que se deseja. Portanto, eu deixo esse conselho pra todos, inclusive pra mim:

PREENCHA-SE. TRANSBORDE. LIBERTE SUAS ASAS.

Porque no fim só restará a lembrança que você imprimiu no mundo!!!!!

 “Você pode achar que quer ser salva por outra pessoa, ou que quer muito salvar alguém. Mas ninguém pode salvar ninguém, não de verdade. Não de si mesmo.”

Resenha – Depois do que Aconteceu

Oláaaaa!

Bom, depois de deixarmos este espaço às moscas, finalmente as proprietárias desse blog estão de volta! E para garantir uma reestreia digna, iniciaremos os trabalhos com algo muito interessante para nós, viciadas, RESENHA de livros!!!!

Pela segunda vez participarei da Bienal do Livro, pela editora Objetiva (Portanto, já sabem, quero muitas visitas no stand da editora, hahahaha) e como sou uma fominha de livros, recebi da minha chefa querida cinco livros, segundo ela, para já chegar na Bienal arrasando, rsrsrs. Então, nada mais justo do que iniciar por esses presentinhos.

O primeiro a ganhar uma resenha será o fofo, apaixonante, Daniel… “Depois do que aconteceu”, rsrsrs, da escritora carioca Juliana Parrini. Já antecipo que curto muito essas leituras sacanas, hahaha, apesar do livro mencionado ser bem mais romântico do que erótico.

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Bom, chega de enrolação e vamos à resenha…. =) =)

Sinopse:

Prefácio de Camila Moreira, autora de O Amor não tem leis. O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.
Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, ela não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irresistível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista. A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?

Críticas:

Isabel é uma mulher atormentada pelo passado, por uma vida perfeita que desmoronou, o que explica seu estado emocional no início do livro. Depois de muita insistência de suas amigas (essas têm papel fundamental na história, o que acho ótimo porque só um amigo mesmo para te dar meia dúzia de tapas na cara quando se está numa bad, kkkkk), ela resolve deixar o luto fazendo uma viagem com o pai, quando conhece Daniel. Não sei se acredito em coincidências ou na ação do destino, mas a série de acontecimentos que se desenrolam desde que Isabel conhece Daniel é digna de filmes de drama hollywoodiano, no entanto, tudo é bem amarradinho, de maneira que pensamos que isso pode acontecer a qualquer um. Tudo que pode atrapalhar esse romance acontece, tudo! Achei os personagens bem próximos a nossa realidade, isso se deve muito ao fato da história se passar entre Rio e São Paulo. Em muitos momentos me coloquei no lugar da personagem, me peguei imaginando os lugares mencionados, alguns já visitados por mim. Um fato que me chamou atenção é que, embora tenha bastante drama, os problemas foram apresentados e resolvidos de maneira rápida, o que chama atenção do leitor e não deixa a história cansativa. Foi uma leitura fácil, interessante, terminei muito rápido! Fiquei perdida porque me apaixonei pelo Alex, depois pelo Daniel, em seguida senti ódio do Alex, depois pena, tudo isso junto e misturado, hahaha. A mocinha não me irritou, pelo contrário, embora tenha iniciado o livro bem sofrida, ela foi se mostrando, ao longo da história, forte e determinada, mas de uma maneira natural. Ahhhh, ponto positivo para trilha sonora, muito boa. Destaque para a música: Let Her Go – Birdy, que na verdade é da playlist de Antes que Aconteça, mas dane-se amei mesmo assim… hahaha

O único ponto negativo, que, na verdade, não é negativo (hahaha) é que o livro acaba deixando um suspense para o próximo (Antes que Aconteça – lançamento em outubro/2015). Eu, como sou uma pessoa ansiosa em grau máximo, nem preciso dizer que surtei e já estou contando os dias para leitura do próximo!

Fiquem a vontade para deixar sugestões de resenha e indicar bons livros.

Beijoooos!

Que só os beijos te tapem a boca!

Só os beijos

Não é de hoje que há discussões em torno do status solteiros X comprometidos”. Há os que defendem ferrenhamente a vida de solteiro, assim como há os que defendem o compromisso. Não existe melhor, nem pior, para cada um funciona de um jeito.

Existem diversas formas de relacionamento e cada vez aparece mais outras, o fato é que as pessoas, apesar de encontrarem diversas formas de se relacionar, não encontram a motivação certa para isso. É primordial que a escolha de estar com alguém esteja inteiramente ligada ao fato de se querer estar com alguém, parece complicado? Não, não é.

As pessoas tem a urgência de se encontrar em alguém e é aí que está o grande erro, pois, para que um relacionamento dê certo, é preciso que os dois, em primeiro lugar, se aceitem sozinhos! Se você não se ama, como vai conseguir amar o outro? Amor é paz, amor é morada, amor é encontro. Não consigo conceber a ideia de que amar é sofrer. Não estou dizendo que um relacionamento tenha que ser sempre maravilhoso, até porque toda relação, seja ela qual for, sempre apresentará problemas, momentos de discordância, e se quisermos que funcione têm que haver respeito, compreensão, companheirismo.

Minha geração está na “fase do casamento”, tenho muitos amigos casando, mas me espanta a quantidade de amigos querendo “descasar”. É isso mesmo, promovem festas exuberantes onde a ideia parece ser ostentar, cumprir com o cronograma, e logo depois essa excitação passa. E isso tudo acontece por conta da carência, pela necessidade de estar com alguém, de ser amado, de ser aceito e seguir a risca todo o ritual que nos cabe enquanto jovens promissores. Isso faz com que as pessoas se precipitem, optem por uma vida a dois sem nenhum preparo, simplesmente se casam, começam um vida juntos e não sabem nem o porque estão fazendo. E infelizmente e curiosamente, não é por conta de amor.

Somos a geração das redes sociais, onde o mundo precisa ser perfeito, as fotos precisam deixar claro o quanto somos felizes e o quanto aproveitamos a vida, há urgência para tudo, as coisas simplesmente acontecem, se atropelam, tudo é vivenciado na velocidade da luz, relações são descartáveis: assim como começam, terminam. Estamos na era dos aplicativos, conhecer pessoas tem sido tão difícil, que precisamos de auxílio, intervenção, e essa ajuda apenas nos proporciona relações superficiais e tristes. Parece que ser solteiro é uma falta grave, um pecado mortal, para nós, mulheres, principalmente.

Em meio a todas essas constatações, quero seguir acreditando que ainda há amor, que ainda existe aquela forma bonita de amar, não o amor utópico dos desenhos da Disney, mas o amor real, com os pés no chão, aquele amor que já entendeu que o coração que ele habita escolheu compartilhá-lo com alguém, mas ele pode tranquilamente viver naquele coração sozinho. Sou a favor do amor, em sua forma mais pura, independente de estado civil.

Por um mundo com mais beijos e menos hipocrisia!!