Parque + Feira

Os dias durante a semana estão se arrastando. Não por falta de atividades, mas sim por excesso de horas no trabalho. Por isso, tenho passado minhas semanas esperando ansiosamente pelo final de semana, nem que seja para ficar em casa assistindo seriados ou cuidando um pouco mais das minhas filhotas peludas.

Sou aquele tipo de pessoa que planeja fazer mil coisas, mas que na hora de sair de casa sente uma preguiça exorbitante. Sim, eu amo ficar em casa. E tem mais, ando muito desanimada com minha cidade, que está uma zona, e com o Rio, que está uma zona maior ainda. Quem acompanha as notícias volta e meia deve se deparar com as coisas ruins que acontecem por aqui, e olha que os noticiários nem mostram totalmente a realidade. Para simplificar, pegue todos os pontos negativos que você conhece do Rio, multiplica por 10 e então você chegará à realidade daqueles que não moram na Zona Sul (incluindo cidades ao redor).

Uma triste constatação, pois o Rio é sim muito bonito e tem muita coisa boa para fazer, para todos os gostos. Também não podemos ficar trancados para sempre vendo o tempo passar. Então volta e meia me animo a fazer alguma coisa boa pela cidade.

Nesse domingo, Dany me pediu ajuda para fazer umas fotos das joias da empresa dela e do pai e, para isso, fomos a um cantinho especial da cidade, o Parque Lage, um lugar delicioso do Rio, bem aos pés do Cristo, com muito verde e trilhas para caminhar. Na sede, que é linda, além de cursos de artes, também existe um restaurante que serve um dos cafés da manha mais tradicionais do Rio.

Parque Lage - RJ

Segunda vez que vou nele e é a primeira em um domingo. Como era de se esperar para um domingo de sol, estava bem cheio, muitas famílias com crianças e muitas pessoas fazendo ensaios fotográficos (assim como nós), mas, mesmo bastante movimentado, dá para curtir tranquilamente o Parque e fugir um pouco do óbvio. E, claro, a companhia das amigas também foi responsável pela diversão no nosso dia de modeletes ;).

Aos pés do Cristo

Acabou que terminamos o ensaio por volta das 15hs e, como não havíamos almoçado, estávamos famintas. Decidimos por outro lugar bem tradicional do Rio, apesar de ser bem diferente: Feira de São Cristóvão, mais popularmente conhecida como Feira dos Paraíbas, que tem de tudo um pouco, mas, principalmente, muita comida e forró. As opções vão desde barraquinhas mais simples até restaurantes climatizados, e tudo muito bem servido. A Feira já é um lugar que não faz tanto meu estilo, principalmente porque não como 90% do que tem lá, mas vale a pena conhecer, a propósito, sempre vale conhecer algo novo.

  • Parque Lage
    R. Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro – RJ, 22461-000
    Entrada grátis

Resenha – Depois do que Aconteceu

Oláaaaa!

Bom, depois de deixarmos este espaço às moscas, finalmente as proprietárias desse blog estão de volta! E para garantir uma reestreia digna, iniciaremos os trabalhos com algo muito interessante para nós, viciadas, RESENHA de livros!!!!

Pela segunda vez participarei da Bienal do Livro, pela editora Objetiva (Portanto, já sabem, quero muitas visitas no stand da editora, hahahaha) e como sou uma fominha de livros, recebi da minha chefa querida cinco livros, segundo ela, para já chegar na Bienal arrasando, rsrsrs. Então, nada mais justo do que iniciar por esses presentinhos.

O primeiro a ganhar uma resenha será o fofo, apaixonante, Daniel… “Depois do que aconteceu”, rsrsrs, da escritora carioca Juliana Parrini. Já antecipo que curto muito essas leituras sacanas, hahaha, apesar do livro mencionado ser bem mais romântico do que erótico.

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Bom, chega de enrolação e vamos à resenha…. =) =)

Sinopse:

Prefácio de Camila Moreira, autora de O Amor não tem leis. O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.
Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, ela não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irresistível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista. A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?

Críticas:

Isabel é uma mulher atormentada pelo passado, por uma vida perfeita que desmoronou, o que explica seu estado emocional no início do livro. Depois de muita insistência de suas amigas (essas têm papel fundamental na história, o que acho ótimo porque só um amigo mesmo para te dar meia dúzia de tapas na cara quando se está numa bad, kkkkk), ela resolve deixar o luto fazendo uma viagem com o pai, quando conhece Daniel. Não sei se acredito em coincidências ou na ação do destino, mas a série de acontecimentos que se desenrolam desde que Isabel conhece Daniel é digna de filmes de drama hollywoodiano, no entanto, tudo é bem amarradinho, de maneira que pensamos que isso pode acontecer a qualquer um. Tudo que pode atrapalhar esse romance acontece, tudo! Achei os personagens bem próximos a nossa realidade, isso se deve muito ao fato da história se passar entre Rio e São Paulo. Em muitos momentos me coloquei no lugar da personagem, me peguei imaginando os lugares mencionados, alguns já visitados por mim. Um fato que me chamou atenção é que, embora tenha bastante drama, os problemas foram apresentados e resolvidos de maneira rápida, o que chama atenção do leitor e não deixa a história cansativa. Foi uma leitura fácil, interessante, terminei muito rápido! Fiquei perdida porque me apaixonei pelo Alex, depois pelo Daniel, em seguida senti ódio do Alex, depois pena, tudo isso junto e misturado, hahaha. A mocinha não me irritou, pelo contrário, embora tenha iniciado o livro bem sofrida, ela foi se mostrando, ao longo da história, forte e determinada, mas de uma maneira natural. Ahhhh, ponto positivo para trilha sonora, muito boa. Destaque para a música: Let Her Go – Birdy, que na verdade é da playlist de Antes que Aconteça, mas dane-se amei mesmo assim… hahaha

O único ponto negativo, que, na verdade, não é negativo (hahaha) é que o livro acaba deixando um suspense para o próximo (Antes que Aconteça – lançamento em outubro/2015). Eu, como sou uma pessoa ansiosa em grau máximo, nem preciso dizer que surtei e já estou contando os dias para leitura do próximo!

Fiquem a vontade para deixar sugestões de resenha e indicar bons livros.

Beijoooos!

Inspiração

E quando digo inspiração, é inspiração mesmo, pois somos da turma que acha que devemos usar o que queremos e o que nos faz bem.

Não sou de seguir o que está na moda, mas mesmo assim gosto de olhar fotos e abrir minha mente, afinal, vivemos em uma sociedade cheia de preconceitos, e muitos deles estão na nossa cabeça sem percebermos, por isso é bom olhar e ler sobre tudo. Não há problema algum em mudar de opinião, pelo contrário, quando isso acontece, normalmente, é sinal de que estamos evoluindo.

Inicialmente rolou um certo preconceito de minha parte com a inspiração de hoje, pois gola alta me lembra um passado de escolhas fashionísticas estranhas rsrs, mas, depois de olhar uma boa quantidade de fotos pelo Pinterest, fui influenciada e até que estou achando alguns looks bonitos.

 

Portanto, separei alguns looks que gostei e acho que todos são super usáveis na nossa realidade, e, a maioria, serve para nosso inverno tímido.

 

 

Espero que tenham curtido. Essa tendência é uma das apostas desse inverno. Esse pescoço muito quentinho não deve agradar muito quem mora nos lugares mais quentes, mas quem sabe pega para os lugares mais frios desse nosso Brasil.

Que só os beijos te tapem a boca!

Só os beijos

Não é de hoje que há discussões em torno do status solteiros X comprometidos”. Há os que defendem ferrenhamente a vida de solteiro, assim como há os que defendem o compromisso. Não existe melhor, nem pior, para cada um funciona de um jeito.

Existem diversas formas de relacionamento e cada vez aparece mais outras, o fato é que as pessoas, apesar de encontrarem diversas formas de se relacionar, não encontram a motivação certa para isso. É primordial que a escolha de estar com alguém esteja inteiramente ligada ao fato de se querer estar com alguém, parece complicado? Não, não é.

As pessoas tem a urgência de se encontrar em alguém e é aí que está o grande erro, pois, para que um relacionamento dê certo, é preciso que os dois, em primeiro lugar, se aceitem sozinhos! Se você não se ama, como vai conseguir amar o outro? Amor é paz, amor é morada, amor é encontro. Não consigo conceber a ideia de que amar é sofrer. Não estou dizendo que um relacionamento tenha que ser sempre maravilhoso, até porque toda relação, seja ela qual for, sempre apresentará problemas, momentos de discordância, e se quisermos que funcione têm que haver respeito, compreensão, companheirismo.

Minha geração está na “fase do casamento”, tenho muitos amigos casando, mas me espanta a quantidade de amigos querendo “descasar”. É isso mesmo, promovem festas exuberantes onde a ideia parece ser ostentar, cumprir com o cronograma, e logo depois essa excitação passa. E isso tudo acontece por conta da carência, pela necessidade de estar com alguém, de ser amado, de ser aceito e seguir a risca todo o ritual que nos cabe enquanto jovens promissores. Isso faz com que as pessoas se precipitem, optem por uma vida a dois sem nenhum preparo, simplesmente se casam, começam um vida juntos e não sabem nem o porque estão fazendo. E infelizmente e curiosamente, não é por conta de amor.

Somos a geração das redes sociais, onde o mundo precisa ser perfeito, as fotos precisam deixar claro o quanto somos felizes e o quanto aproveitamos a vida, há urgência para tudo, as coisas simplesmente acontecem, se atropelam, tudo é vivenciado na velocidade da luz, relações são descartáveis: assim como começam, terminam. Estamos na era dos aplicativos, conhecer pessoas tem sido tão difícil, que precisamos de auxílio, intervenção, e essa ajuda apenas nos proporciona relações superficiais e tristes. Parece que ser solteiro é uma falta grave, um pecado mortal, para nós, mulheres, principalmente.

Em meio a todas essas constatações, quero seguir acreditando que ainda há amor, que ainda existe aquela forma bonita de amar, não o amor utópico dos desenhos da Disney, mas o amor real, com os pés no chão, aquele amor que já entendeu que o coração que ele habita escolheu compartilhá-lo com alguém, mas ele pode tranquilamente viver naquele coração sozinho. Sou a favor do amor, em sua forma mais pura, independente de estado civil.

Por um mundo com mais beijos e menos hipocrisia!!

Papo de cinema

A dica de filme de hoje na verdade será sobre dois filmes, Na Natureza Selvagem e Livre. Vou falar dos dois porque eles possuem a mesma ideia, mas olha, eles não são imitação, até porque os dois são baseados em histórias reais.

Quando eu estava procurando o filme Livre para assistir, descobri por acaso o filme Na natureza selvagem. Muitas pessoas na internet indicaram ele e eu sempre acabo me empolgando quando é história real. Assisti sem saber nada da história real, e isso foi bem importante para que o filme ficasse mais interessante.

Na Natureza Selvagem (Into the wild) é um filme de 2007, dirigido pelo Sean Penn, o qual esperou 10 anos até que a família do personagem principal aprovasse o filme. Ele conta a história de Christopher McCandless, um jovem que acaba de se formar na faculdade e decide partir em uma viagem pelos Estados Unidos, sem dinheiro e sem avisar a ninguém. Parece loucura de um jovem irresponsável? Pode ser, mas é muito interessante acompanhar tudo o que ele aprendeu nessa jornada e o quanto as pessoas que ele conhece são essenciais para esse aprendizado.

O filme mexe com a gente, faz dar uma vontade louca de fazer o mesmo: sair andando por ai, sem rumo e sem compromisso. Nos faz refletir sobre o sentido de toda essa rotina estabelecida pela sociedade que vivemos. Digo até que ele dá uma força para sairmos da nossa zona de conforto e para enxergarmos os pontos de nossa vida que nos acomodamos e nos conformamos, mesmo estando insatisfeitos.

Achei o filme surpreendente e eu gosto disso. Além de tudo isso, ele possui uma fotografia belíssima e uma trilha sonora muito boa. E mais ainda: há várias citações inspiradoras escritas pelo Christopher. Umas das que eu mais gosto é uma carta deixada pelo Chris para uma das pessoas que ele conhece pelo caminho. Segue um trecho dela:

“Gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes: você deveria promover uma mudança radical em seu estilo de vida e fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar.
Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito do homem que um futuro seguro.
A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências [..]
Você está errado se acha que a alegria emana somente ou principalmente das relações humanas. Deus a distribuiu em toda a nossa volta. Está em tudo ou em qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos de ter a coragem de dar as costas para nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de vida não-convencional.
O que quero dizer é que você não precisa de mim ou de qualquer outra pessoa para pôr esse novo tipo de luz em sua vida. Ele está simplesmente esperando que você o pegue e tudo que tem a fazer é estender os braços. A única pessoa com quem você está lutando é com você mesmo [..]”

O filme Livre (Wild) é baseado no livro Livre – A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço, de Cheryl Strayed. Cheryl decide fazer uma trilha dificílima nos Estados Unidos de 4.200 Km, conhecida como “Pacific Crest Trail”. A história, além de mostrar todo o trajeto dela, mostrando as dificuldades e superações da personagem, também mostra os motivos que a levaram a buscar um recomeço de sua vida, fazendo a trilha.

Ela sai em busca do auto-conhecimento e de sua renovação, e mostra a importância de nos perdoarmos e de entendermos que tudo o que acontece em nossas vidas, sejam coisas boas ou ruins, possuem um propósito. Este filme também nos toca, e vale dar atenção à mãe da Cheryl, é uma mulher incrível, mais até do que a própria Cheryl, na minha opinião. Ela foi interpretada pela Laura Dern, a qual foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por essa personagem.

Eu, como amo ler, estou com vontade de ler os livros que inspiraram os dois filmes. Sei que os livros sempre são melhores e mais profundos. Acho que fica a dica também para quem gosta de livros.

Recomeços


Temos o costume de buscar explicações, ou culpados, para tudo o que nos acontece. Idealizamos nosso futuro, e quando ele não corresponde a nossa expectativa, dificilmente nos culpamos. Esquecemos que quase tudo é reflexo de nossas escolhas, normalmente pequenas, mas nossas escolhas.
Claro que determinadas situações fogem do nosso controle e são inevitáveis, por isso é muito desgastante pensar que uma cadeia de acontecimentos pode ter se iniciado porque simplesmente saímos para comprar pão.
Às vezes as grandes mudanças devem-se a uma única decisão, como a escolha do que cursar na faculdade. Então, quando as coisas dão errado normalmente seguimos por dois caminhos: ou enlouquecemos nos culpando por tudo ou culpamos tudo e todos pelas injustiças da vida, menos nós mesmos.
O grande segredo é encontrar o equilíbrio entre esses dois extremos. É importante enxergamos que existem coisas que estão fora do nosso alcance, e quando conseguimos compreendê-las, a única coisa que temos controle é sobre nossa atitude perante esses acontecimentos.
No entanto, mais importante ainda é reconhecer aquilo que é nossa responsabilidade e, mais ainda, saber que nunca é tarde para mudar, sem culpar-nos pelos erros cometidos, pois todos cometem.

Afinal, a vida é assim: cheia de alegrias, tristezas, gostos, desgostos, surpresas e decepções. Cada dia aprendemos uma nova lição, que vem fazer companhia para nossa bagagem repleta de memórias, as quais vão nos modificando, talvez até nos tornando mais duros com a humanidade.

A paciência diminui, a ansiedade também. A vontade de lutar pelo que se quer, ou se acha que quer, a qualquer custo, fica um pouco diferente, mais racional diremos. Afinal, depois de tantas quedas, é natural que coloquemos os pés no chão. Aprendemos a enxergar a realidade, que tanto escondem das crianças e que tanto os jovens fingem não existir.
E nessa de enxergar a dura e fria realidade percebi que eu estava envelhecendo. Foi na primeira vez que pensei: ah se eu pudesse voltar no tempo, teria feito tudo diferente. E esse pensamento volta e meia me visita. A verdade é que nada acontece da maneira que sonhamos, que idealizamos. Não que a realidade seja sempre ruim, mas ela normalmente é bem menos graciosa, com um toque de imperfeição, como tudo na vida.
O bom é que, às vezes, somos surpreendidos com coisas maravilhosas, que nem imaginamos. Então seguimos, escrevendo nossa história, fazendo o melhor que podemos, e torcendo para que um ou outro capítulo seja repleto de surpresas boas.

A saga da mochila

Há um tempo, fixei a ideia de comprar uma mochila menos esportiva e mais feminina para viagens e para lugares que exigem o mundo nas costas. E então comecei uma pesquisa na internet e em lojas físicas em busca de uma mochila do jeitinho que eu queria. Procurei, procurei, e quando encontrava algo mais bonito, era muito caro. Também encontrei muitas opções de mochilas de tecido e estampadas, muito bonitas, bem femininas, porém eu tinha colocado na cabeça que queria uma de poliuterano (couro sintético) e, então, quando encontrava, achava a qualidade ruim ou não era do jeito que eu queria.

Esses são alguns exemplos que encontrei espalhados pela internet: 1 – Mochila Bege / 2 – Mochila Pérolas / 3 – Mochila Marrom / 4 – Mochila Franjas / 5 – Mochila Bege

Ano passado, algumas marcas famosas chegaram a lançar seus modelos, que, claro, são caríssimos. Mas mesmo com uma forcinha do mundo da moda, muitas pessoas ainda torcem o nariz para as mochilas. Se você for uma delas, quem sabe com as imagens abaixo você não muda de ideia? 😉

Em viagens normalmente ficamos o dia todo andando, é normal precisarmos carregar muita coisa, como lanches, um casaquinho, maquiagens, itens de higiene pessoal, etc. Acho bolsas de mão muito desconfortáveis, e mesmo aquelas transpassadas me incomodam, pois, além de normalmente serem menores, depois de um tempo começa a doer meu ombro, por isso, nada melhor do que a boa e velha mochila, para viajar então, não tem coisa melhor.

E, então, vos apresento minha escolha, achada por acaso e comprada sem conhecer o vendedor.

Descobri o site Elo 7, que reúne muitos vendedores que fabricam seus próprios produtos. Tem muita coisa legal, muito artesanato e preços bons. Comprei minha mochila com a Maria Isabel Bolsas, ela tem vários modelos disponíveis, mas você pode solicitar algumas alterações. Quando eu encomendei, pedi que ela acrescentasse uma divisão na frente, e também solicitei que o tamanho fosse menor. Você também pode escolher a cor do material e a cor do forro. Minha mochila chegou bem rápido e sem nenhum defeito. Tenho a minha há mais de um ano, já usei várias vezes e ela continua em perfeito estado.

O link da loja é esse Bolsas Maria Isabel

E isso não é propaganda. Comprei, gostei e estou dando a dica.