Um dia no Rio: Praça Mauá

Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro, passou por 4 anos de obras e, em setembro deste ano, ela finalmente foi reinaugurada. Ela localiza-se à beira da Baía de Guanabara e marca o início da Avenida Rio Branco e também da Zona Portuária.

Vista área da antiga Praça Mauá

Velha conhecida dos cariocas, a Praça estava há anos abandonada e sem segurança, até ser revitalizada. Por isso, quando decidimos visitá-la no último feriadão, ficamos muito felizes em ver que ela está linda, cheia de turistas, famílias com crianças andando de skate, patins. Eu estava bastante curiosa para ver como ela estava, principalmente com relação à segurança do local, e posso dizer que na Praça me senti bastante à vontade e segura. Além de estar muito movimentada e com muitas famílias, também vi alguns guardas e, com isso, não tivemos problema para tirar fotos, usar o celular ou sentar tranquilamente para comer.

Vista da Praça Mauá revitalizada (Créditos: http://www.odia.ig.com.br)

Há opções para todos os gostos. Tem muitos food trucks com diversas opções de comidas, nós comemos um wrap de falafel que estava muito bom! Sou vegetariana e tive a sorte de encontrar uma comidinha para mim e ainda influenciei as amigas a optarem por ele também. Mas não tem só comida, há, também, várias barraquinhas de artesanato e moda e torço para que, com o tempo, tenhamos mais opções ainda, para ficar ainda mais interessante. No dia que fomos, um sábado, ainda estava tocando um sambinha bem a cara do Rio.

Cidade Olímpica (Créditos: http://www.cidadeolimpica.com.br)

Não podemos deixar de comentar que o Museu de Arte do Rio é ali na Praça e oferece uma vista linda de todo o local, mas acabou que não fomos nesse dia. E, em dezembro, será a inauguração do Museu do Amanhã, localizado no Píer Mauá, o que deixará a praça ainda mais movimentada. O Museu está lindo por fora, rende ótimas fotos, e parece que será bem interessante, principalmente para a criançada.

Praça Mauá com o Museu do Amanhã ao fundo

Chegar de transporte público é super fácil, afinal, é no Centro do Rio. De carro só complica para estacionar. Não vi nenhum estacionamento próprio para isso, então tivemos que parar em uma rua um pouco mais afastada, nesse caso tem que ficar de olho e não dar mole até chegar no carro. Acho que seria legal acrescentar algum estacionamento pertinho ou então um pouco mais de segurança nas ruas do entorno.

Se você estiver procurando algum lugar diferente para passar uma tarde agradável no Rio, coloque a Praça Mauá como uma de suas opções, vale a pena prestigiar pelo menos uma vez esse lugar cheio de história e que se tornou o novo ponto turístico do Rio.

– Praça Mauá
Av. Rodrigues Alves, 135 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

– Museu de Arte do Rio
Praça Mauá, 5, Centro – CEP 20081-240 – Rio de Janeiro/RJ
21) 3031 2741
Terça a domingo, das 10h às 17h. Às terças-feiras, o MAR é gratuito para todos.
http://www.museudeartedorio.org.br

– Museu do Amanhã
Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20081-240
Ainda não inaugurado
http://museudoamanha.org.br/

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Parque + Feira

Os dias durante a semana estão se arrastando. Não por falta de atividades, mas sim por excesso de horas no trabalho. Por isso, tenho passado minhas semanas esperando ansiosamente pelo final de semana, nem que seja para ficar em casa assistindo seriados ou cuidando um pouco mais das minhas filhotas peludas.

Sou aquele tipo de pessoa que planeja fazer mil coisas, mas que na hora de sair de casa sente uma preguiça exorbitante. Sim, eu amo ficar em casa. E tem mais, ando muito desanimada com minha cidade, que está uma zona, e com o Rio, que está uma zona maior ainda. Quem acompanha as notícias volta e meia deve se deparar com as coisas ruins que acontecem por aqui, e olha que os noticiários nem mostram totalmente a realidade. Para simplificar, pegue todos os pontos negativos que você conhece do Rio, multiplica por 10 e então você chegará à realidade daqueles que não moram na Zona Sul (incluindo cidades ao redor).

Uma triste constatação, pois o Rio é sim muito bonito e tem muita coisa boa para fazer, para todos os gostos. Também não podemos ficar trancados para sempre vendo o tempo passar. Então volta e meia me animo a fazer alguma coisa boa pela cidade.

Nesse domingo, Dany me pediu ajuda para fazer umas fotos das joias da empresa dela e do pai e, para isso, fomos a um cantinho especial da cidade, o Parque Lage, um lugar delicioso do Rio, bem aos pés do Cristo, com muito verde e trilhas para caminhar. Na sede, que é linda, além de cursos de artes, também existe um restaurante que serve um dos cafés da manha mais tradicionais do Rio.

Parque Lage - RJ

Segunda vez que vou nele e é a primeira em um domingo. Como era de se esperar para um domingo de sol, estava bem cheio, muitas famílias com crianças e muitas pessoas fazendo ensaios fotográficos (assim como nós), mas, mesmo bastante movimentado, dá para curtir tranquilamente o Parque e fugir um pouco do óbvio. E, claro, a companhia das amigas também foi responsável pela diversão no nosso dia de modeletes ;).

Aos pés do Cristo

Acabou que terminamos o ensaio por volta das 15hs e, como não havíamos almoçado, estávamos famintas. Decidimos por outro lugar bem tradicional do Rio, apesar de ser bem diferente: Feira de São Cristóvão, mais popularmente conhecida como Feira dos Paraíbas, que tem de tudo um pouco, mas, principalmente, muita comida e forró. As opções vão desde barraquinhas mais simples até restaurantes climatizados, e tudo muito bem servido. A Feira já é um lugar que não faz tanto meu estilo, principalmente porque não como 90% do que tem lá, mas vale a pena conhecer, a propósito, sempre vale conhecer algo novo.

  • Parque Lage
    R. Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro – RJ, 22461-000
    Entrada grátis

Resenha – Depois do que Aconteceu

Oláaaaa!

Bom, depois de deixarmos este espaço às moscas, finalmente as proprietárias desse blog estão de volta! E para garantir uma reestreia digna, iniciaremos os trabalhos com algo muito interessante para nós, viciadas, RESENHA de livros!!!!

Pela segunda vez participarei da Bienal do Livro, pela editora Objetiva (Portanto, já sabem, quero muitas visitas no stand da editora, hahahaha) e como sou uma fominha de livros, recebi da minha chefa querida cinco livros, segundo ela, para já chegar na Bienal arrasando, rsrsrs. Então, nada mais justo do que iniciar por esses presentinhos.

O primeiro a ganhar uma resenha será o fofo, apaixonante, Daniel… “Depois do que aconteceu”, rsrsrs, da escritora carioca Juliana Parrini. Já antecipo que curto muito essas leituras sacanas, hahaha, apesar do livro mencionado ser bem mais romântico do que erótico.

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Bom, chega de enrolação e vamos à resenha…. =) =)

Sinopse:

Prefácio de Camila Moreira, autora de O Amor não tem leis. O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.
Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, ela não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irresistível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista. A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?

Críticas:

Isabel é uma mulher atormentada pelo passado, por uma vida perfeita que desmoronou, o que explica seu estado emocional no início do livro. Depois de muita insistência de suas amigas (essas têm papel fundamental na história, o que acho ótimo porque só um amigo mesmo para te dar meia dúzia de tapas na cara quando se está numa bad, kkkkk), ela resolve deixar o luto fazendo uma viagem com o pai, quando conhece Daniel. Não sei se acredito em coincidências ou na ação do destino, mas a série de acontecimentos que se desenrolam desde que Isabel conhece Daniel é digna de filmes de drama hollywoodiano, no entanto, tudo é bem amarradinho, de maneira que pensamos que isso pode acontecer a qualquer um. Tudo que pode atrapalhar esse romance acontece, tudo! Achei os personagens bem próximos a nossa realidade, isso se deve muito ao fato da história se passar entre Rio e São Paulo. Em muitos momentos me coloquei no lugar da personagem, me peguei imaginando os lugares mencionados, alguns já visitados por mim. Um fato que me chamou atenção é que, embora tenha bastante drama, os problemas foram apresentados e resolvidos de maneira rápida, o que chama atenção do leitor e não deixa a história cansativa. Foi uma leitura fácil, interessante, terminei muito rápido! Fiquei perdida porque me apaixonei pelo Alex, depois pelo Daniel, em seguida senti ódio do Alex, depois pena, tudo isso junto e misturado, hahaha. A mocinha não me irritou, pelo contrário, embora tenha iniciado o livro bem sofrida, ela foi se mostrando, ao longo da história, forte e determinada, mas de uma maneira natural. Ahhhh, ponto positivo para trilha sonora, muito boa. Destaque para a música: Let Her Go – Birdy, que na verdade é da playlist de Antes que Aconteça, mas dane-se amei mesmo assim… hahaha

O único ponto negativo, que, na verdade, não é negativo (hahaha) é que o livro acaba deixando um suspense para o próximo (Antes que Aconteça – lançamento em outubro/2015). Eu, como sou uma pessoa ansiosa em grau máximo, nem preciso dizer que surtei e já estou contando os dias para leitura do próximo!

Fiquem a vontade para deixar sugestões de resenha e indicar bons livros.

Beijoooos!

Inspiração

E quando digo inspiração, é inspiração mesmo, pois somos da turma que acha que devemos usar o que queremos e o que nos faz bem.

Não sou de seguir o que está na moda, mas mesmo assim gosto de olhar fotos e abrir minha mente, afinal, vivemos em uma sociedade cheia de preconceitos, e muitos deles estão na nossa cabeça sem percebermos, por isso é bom olhar e ler sobre tudo. Não há problema algum em mudar de opinião, pelo contrário, quando isso acontece, normalmente, é sinal de que estamos evoluindo.

Inicialmente rolou um certo preconceito de minha parte com a inspiração de hoje, pois gola alta me lembra um passado de escolhas fashionísticas estranhas rsrs, mas, depois de olhar uma boa quantidade de fotos pelo Pinterest, fui influenciada e até que estou achando alguns looks bonitos.

 

Portanto, separei alguns looks que gostei e acho que todos são super usáveis na nossa realidade, e, a maioria, serve para nosso inverno tímido.

 

 

Espero que tenham curtido. Essa tendência é uma das apostas desse inverno. Esse pescoço muito quentinho não deve agradar muito quem mora nos lugares mais quentes, mas quem sabe pega para os lugares mais frios desse nosso Brasil.

Papo de cinema

A dica de filme de hoje na verdade será sobre dois filmes, Na Natureza Selvagem e Livre. Vou falar dos dois porque eles possuem a mesma ideia, mas olha, eles não são imitação, até porque os dois são baseados em histórias reais.

Quando eu estava procurando o filme Livre para assistir, descobri por acaso o filme Na natureza selvagem. Muitas pessoas na internet indicaram ele e eu sempre acabo me empolgando quando é história real. Assisti sem saber nada da história real, e isso foi bem importante para que o filme ficasse mais interessante.

Na Natureza Selvagem (Into the wild) é um filme de 2007, dirigido pelo Sean Penn, o qual esperou 10 anos até que a família do personagem principal aprovasse o filme. Ele conta a história de Christopher McCandless, um jovem que acaba de se formar na faculdade e decide partir em uma viagem pelos Estados Unidos, sem dinheiro e sem avisar a ninguém. Parece loucura de um jovem irresponsável? Pode ser, mas é muito interessante acompanhar tudo o que ele aprendeu nessa jornada e o quanto as pessoas que ele conhece são essenciais para esse aprendizado.

O filme mexe com a gente, faz dar uma vontade louca de fazer o mesmo: sair andando por ai, sem rumo e sem compromisso. Nos faz refletir sobre o sentido de toda essa rotina estabelecida pela sociedade que vivemos. Digo até que ele dá uma força para sairmos da nossa zona de conforto e para enxergarmos os pontos de nossa vida que nos acomodamos e nos conformamos, mesmo estando insatisfeitos.

Achei o filme surpreendente e eu gosto disso. Além de tudo isso, ele possui uma fotografia belíssima e uma trilha sonora muito boa. E mais ainda: há várias citações inspiradoras escritas pelo Christopher. Umas das que eu mais gosto é uma carta deixada pelo Chris para uma das pessoas que ele conhece pelo caminho. Segue um trecho dela:

“Gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes: você deveria promover uma mudança radical em seu estilo de vida e fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar.
Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito do homem que um futuro seguro.
A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências [..]
Você está errado se acha que a alegria emana somente ou principalmente das relações humanas. Deus a distribuiu em toda a nossa volta. Está em tudo ou em qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos de ter a coragem de dar as costas para nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de vida não-convencional.
O que quero dizer é que você não precisa de mim ou de qualquer outra pessoa para pôr esse novo tipo de luz em sua vida. Ele está simplesmente esperando que você o pegue e tudo que tem a fazer é estender os braços. A única pessoa com quem você está lutando é com você mesmo [..]”

O filme Livre (Wild) é baseado no livro Livre – A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço, de Cheryl Strayed. Cheryl decide fazer uma trilha dificílima nos Estados Unidos de 4.200 Km, conhecida como “Pacific Crest Trail”. A história, além de mostrar todo o trajeto dela, mostrando as dificuldades e superações da personagem, também mostra os motivos que a levaram a buscar um recomeço de sua vida, fazendo a trilha.

Ela sai em busca do auto-conhecimento e de sua renovação, e mostra a importância de nos perdoarmos e de entendermos que tudo o que acontece em nossas vidas, sejam coisas boas ou ruins, possuem um propósito. Este filme também nos toca, e vale dar atenção à mãe da Cheryl, é uma mulher incrível, mais até do que a própria Cheryl, na minha opinião. Ela foi interpretada pela Laura Dern, a qual foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por essa personagem.

Eu, como amo ler, estou com vontade de ler os livros que inspiraram os dois filmes. Sei que os livros sempre são melhores e mais profundos. Acho que fica a dica também para quem gosta de livros.

Papo de cinema

Aproveitando que hoje é domingo, dia internacional da preguiça, aquele dia que bate uma vontade imensa de ficar na cama, alternando entre comer, dormir e ver TV, vou dar uma dica de filme. Vou tentar fazer isso toda semana, apesar de não ser cinéfila, toda semana tento buscar algo novo para assistir.

A dica de hoje é o filme Mesmo se nada der certo (Begin Again), de 2014, com Keira Knightley, Mark Ruffalo e Adam Levine.

O filme conta a história de uma inglesa (Keira Knightley), cantora e compositora, que entra em crise após o namorado americano (Adam Levine), o qual começa a se tornar um cantor famoso, terminar com ela. Então ela acaba conhecendo um produtor musical em decadência (Mark Ruffalo), que também não está vivendo uma fase boa, e, a partir daí, eles começam a dar a volta por cima. Mas gente, o filme não é clichê, não vou contar muito para não perder a graça. A questão é que ele passa uma mensagem tão legal para gente, tem um final tão gostoso de assistir, que eu fiquei encantada. Você percebe que dá para ser feliz mesmo quando as coisas não ocorrem exatamente como planejado e que a vida traz algumas surpresas que podem ser melhores do que imaginávamos.

Veja o trailer abaixo:

É um filme leve, interessante e deixa a gente com uma sensação boa quando acaba. Como o filme gira em torno do meio musical, ele tem uma trilha sonora deliciosa. A música principal é a “Lost Stars”, interpretada pelo Adam Levine, que inclusive concorreu ao Oscar 2015 na categoria de Melhor Canção, e a apresentação do Adam no Oscar fez muito sucesso.

E para terminar segue o vídeo da música Los Stars

Efeito tartaruga

Você conhece o efeito tartaruga? Certamente que sim, mas provavelmente, assim como eu, não sabia que tinha esse nome.

Efeito tartaruga, ou tortoiseshell hair,  é uma técnica para iluminar os cabelos, com um efeito mais natural, sem que as luzes fiquem em tanta evidência. Essa técnica mistura tons de castanho, mel, marrom e dourado, mantendo a raiz mais escura, e clareando pontos específicos, principalmente em volta do rosto, para iluminar.

Na verdade, procurando informações na internet, percebe-se que essa não é uma técnica nova, pelo contrário, é muito conhecida, e presente em alguns dos cabelos mais desejados por quase todas as mulheres.

Sabe quais são? Gisele Bündchen e Jennifer Aniston. Sim, elas mesmas.

De acordo com os cabeleireiros, a técnica usada nos cabelos delas é a do efeito tartaruga. Portanto amiga, nada de novidade, a diferença é que agora esse efeito tem nome. Mas novidade, ou não, o fato é que fica muito bonito esse efeito mais natural, com uma rápida busca, é possível encontrar muitas imagens para se inspirar e levar para seu cabeleireiro. Só não se esqueça de procurar um bom profissional, pois como mistura-se várias cores, é importante que seja realizado por pessoas que conheçam a técnica.

Juntei aqui algumas imagens e vemos que cada vez mais famosas estão aderindo ao tortoiseshell hair.






Fica lindo né? Então se animaram? Eu sempre me inspirei em cabelos como esses, mesmo antes de saber o nome, só estou esperando meu cabeleireiro liberar para fazer.