Resenha – Depois do que Aconteceu

Oláaaaa!

Bom, depois de deixarmos este espaço às moscas, finalmente as proprietárias desse blog estão de volta! E para garantir uma reestreia digna, iniciaremos os trabalhos com algo muito interessante para nós, viciadas, RESENHA de livros!!!!

Pela segunda vez participarei da Bienal do Livro, pela editora Objetiva (Portanto, já sabem, quero muitas visitas no stand da editora, hahahaha) e como sou uma fominha de livros, recebi da minha chefa querida cinco livros, segundo ela, para já chegar na Bienal arrasando, rsrsrs. Então, nada mais justo do que iniciar por esses presentinhos.

O primeiro a ganhar uma resenha será o fofo, apaixonante, Daniel… “Depois do que aconteceu”, rsrsrs, da escritora carioca Juliana Parrini. Já antecipo que curto muito essas leituras sacanas, hahaha, apesar do livro mencionado ser bem mais romântico do que erótico.

capa_Depois do que aconteceu.indd

Bom, chega de enrolação e vamos à resenha…. =) =)

Sinopse:

Prefácio de Camila Moreira, autora de O Amor não tem leis. O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.
Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, ela não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irresistível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista. A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?

Críticas:

Isabel é uma mulher atormentada pelo passado, por uma vida perfeita que desmoronou, o que explica seu estado emocional no início do livro. Depois de muita insistência de suas amigas (essas têm papel fundamental na história, o que acho ótimo porque só um amigo mesmo para te dar meia dúzia de tapas na cara quando se está numa bad, kkkkk), ela resolve deixar o luto fazendo uma viagem com o pai, quando conhece Daniel. Não sei se acredito em coincidências ou na ação do destino, mas a série de acontecimentos que se desenrolam desde que Isabel conhece Daniel é digna de filmes de drama hollywoodiano, no entanto, tudo é bem amarradinho, de maneira que pensamos que isso pode acontecer a qualquer um. Tudo que pode atrapalhar esse romance acontece, tudo! Achei os personagens bem próximos a nossa realidade, isso se deve muito ao fato da história se passar entre Rio e São Paulo. Em muitos momentos me coloquei no lugar da personagem, me peguei imaginando os lugares mencionados, alguns já visitados por mim. Um fato que me chamou atenção é que, embora tenha bastante drama, os problemas foram apresentados e resolvidos de maneira rápida, o que chama atenção do leitor e não deixa a história cansativa. Foi uma leitura fácil, interessante, terminei muito rápido! Fiquei perdida porque me apaixonei pelo Alex, depois pelo Daniel, em seguida senti ódio do Alex, depois pena, tudo isso junto e misturado, hahaha. A mocinha não me irritou, pelo contrário, embora tenha iniciado o livro bem sofrida, ela foi se mostrando, ao longo da história, forte e determinada, mas de uma maneira natural. Ahhhh, ponto positivo para trilha sonora, muito boa. Destaque para a música: Let Her Go – Birdy, que na verdade é da playlist de Antes que Aconteça, mas dane-se amei mesmo assim… hahaha

O único ponto negativo, que, na verdade, não é negativo (hahaha) é que o livro acaba deixando um suspense para o próximo (Antes que Aconteça – lançamento em outubro/2015). Eu, como sou uma pessoa ansiosa em grau máximo, nem preciso dizer que surtei e já estou contando os dias para leitura do próximo!

Fiquem a vontade para deixar sugestões de resenha e indicar bons livros.

Beijoooos!

Que só os beijos te tapem a boca!

Só os beijos

Não é de hoje que há discussões em torno do status solteiros X comprometidos”. Há os que defendem ferrenhamente a vida de solteiro, assim como há os que defendem o compromisso. Não existe melhor, nem pior, para cada um funciona de um jeito.

Existem diversas formas de relacionamento e cada vez aparece mais outras, o fato é que as pessoas, apesar de encontrarem diversas formas de se relacionar, não encontram a motivação certa para isso. É primordial que a escolha de estar com alguém esteja inteiramente ligada ao fato de se querer estar com alguém, parece complicado? Não, não é.

As pessoas tem a urgência de se encontrar em alguém e é aí que está o grande erro, pois, para que um relacionamento dê certo, é preciso que os dois, em primeiro lugar, se aceitem sozinhos! Se você não se ama, como vai conseguir amar o outro? Amor é paz, amor é morada, amor é encontro. Não consigo conceber a ideia de que amar é sofrer. Não estou dizendo que um relacionamento tenha que ser sempre maravilhoso, até porque toda relação, seja ela qual for, sempre apresentará problemas, momentos de discordância, e se quisermos que funcione têm que haver respeito, compreensão, companheirismo.

Minha geração está na “fase do casamento”, tenho muitos amigos casando, mas me espanta a quantidade de amigos querendo “descasar”. É isso mesmo, promovem festas exuberantes onde a ideia parece ser ostentar, cumprir com o cronograma, e logo depois essa excitação passa. E isso tudo acontece por conta da carência, pela necessidade de estar com alguém, de ser amado, de ser aceito e seguir a risca todo o ritual que nos cabe enquanto jovens promissores. Isso faz com que as pessoas se precipitem, optem por uma vida a dois sem nenhum preparo, simplesmente se casam, começam um vida juntos e não sabem nem o porque estão fazendo. E infelizmente e curiosamente, não é por conta de amor.

Somos a geração das redes sociais, onde o mundo precisa ser perfeito, as fotos precisam deixar claro o quanto somos felizes e o quanto aproveitamos a vida, há urgência para tudo, as coisas simplesmente acontecem, se atropelam, tudo é vivenciado na velocidade da luz, relações são descartáveis: assim como começam, terminam. Estamos na era dos aplicativos, conhecer pessoas tem sido tão difícil, que precisamos de auxílio, intervenção, e essa ajuda apenas nos proporciona relações superficiais e tristes. Parece que ser solteiro é uma falta grave, um pecado mortal, para nós, mulheres, principalmente.

Em meio a todas essas constatações, quero seguir acreditando que ainda há amor, que ainda existe aquela forma bonita de amar, não o amor utópico dos desenhos da Disney, mas o amor real, com os pés no chão, aquele amor que já entendeu que o coração que ele habita escolheu compartilhá-lo com alguém, mas ele pode tranquilamente viver naquele coração sozinho. Sou a favor do amor, em sua forma mais pura, independente de estado civil.

Por um mundo com mais beijos e menos hipocrisia!!

Sobre partidas

Quantas vezes somos aconselhados a esquecer do passado? A deixar velhas histórias sendo o que são, velhas histórias! Aquele amor que não deu certo, aquela amizade que se perdeu no tempo. A palavra de ordem é desapegar, esquecer, seguir o caminho e não olhar pra trás.

Todos esses conselhos são consideráveis, se seguirmos a lógica da vida, ela sempre continua….Mas e quando o passado insiste em bater na porta? Pior, quando ele bate a sua porta usando várias facetas? O que fazer, seguir em frente ou volta e meia revisitá-lo?

Gostaria de ter respostas para todas essas perguntas, mas na minha humilde opinião, elas não existem. Não há uma maneira correta de viver, cada um precisa encontrar a sua. Portanto…viva simplesmente, VIVA!!!! Tá com saudade daquela amiga mala, mas que você não consegue viver sem? Procure-a, diga que a ama. Quer falar com aquele ex que você tem um carinho imenso, ligue, fale….não tem problema revisitar lares que há muito já foram seus. Siga o rastro do seu coração, ele nunca te levará para caminhos dolorosos, às vezes tudo o que se tem que fazer é silenciar e ouvir os conselhos dele.

Não importa o tipo de relação, todos temos histórias que parecem datar de outra vida. Quem sabe essa insistência em voltar seja apenas a vida lhe dando a oportunidade de, sem magoas, sem traumas, sem dor, fechar a porta de vez?! Muitas vezes voltar atrás também é um jeito de seguir em frente.

“ Todos os fins são começos, apenas não sabemos disso na hora “. – Micht Albom

Let it be

Let it be

Bem-vindos!

welcome

Depois de muito tempo sonhando e planejando este espaço, finalmente iniciamos, hoje, essa jornada no mundo dos blogs.

Nossa intenção é contar um pouquinho das nossas experiências, compartilhar nossos pensamentos e dar dicas de tudo que achamos interessante, seja do mundo da moda, das maquiagens, viagens, filmes, livros, músicas, enfim, tudo que envolve essa fase mágica dos 20 e poucos anos.